Terça-feira, Maio 25, 2004

Étipo - Volume VII: Netzach - Juntos

Sob o cinzento incerto
Penumbramos em nós.
Olhares de bem-estar,
Risos de agradar...

Tudo está bem aqui,
Mascando, bebendo, comendo.
Ouvindo as músicas do momento,
Soprando OOOs para o vento.

Este nos move o cabelo,
Como as idéias nas nossas mentes
Fluindo de um em outro,
Como água num cano roto.

Partilhamos memórias diferentes,
Com térérés enrolados no pescoço.
Juntos, partilhamos este tempo...
Juntos... até ao osso.

1 Comments:

At 11:37 PM, Blogger Tiago Ribeiro said...

este é dos poucos poemas que tenho..que escrevi á medida que as coisas iam acontecendo..sendo assim, na perspectiva do grandioso Fernando Pessoa, este é dos poemas mais verdadeiros que tenhu, pois não foi escrito a partir de memórias antigas..é claro que saiu da memória, mas da memória imediata, daquela que guarda o que se passou há 5 ou 10 segundos atrás... mas yah, para quem o estudou, sabe que isso já faz com que para ele, o poema seja falso=P de kualker forma, isto foi um dia com o meu grupo de amigos e amigas..no dia da nossa escola, em que havia actividades em vez de aulas..mas a nossa actividade foi passar o dia sentados num café na conversa =D e descrevo aqui um bocadinho, que contém algumas partes que mais ninguém além de quem lá estava perceberá =P

 

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